quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Você sempre sabe
Como uma âncora,
que só afunda pra resgatar.
Tú me tiras o que nem quero saber.
E já nem sabia que era meu.
Isso não é bom.
Ou é, pelo fato d´eu perceber,
que você sabe.
Ou não sabe.
Ou finje não saber.
O que eu temo. O que eu ignoro.
O que eue não suporto.
Olhar pra dentro e ver uma janela aberta,
pra esperança.
Do que eu sonho e quero na verdade.
O que temo...
que só afunda pra resgatar.
Tú me tiras o que nem quero saber.
E já nem sabia que era meu.
Isso não é bom.
Ou é, pelo fato d´eu perceber,
que você sabe.
Ou não sabe.
Ou finje não saber.
O que eu temo. O que eu ignoro.
O que eue não suporto.
Olhar pra dentro e ver uma janela aberta,
pra esperança.
Do que eu sonho e quero na verdade.
O que temo...
Abelhas em flores

Sempre te intimida....
Você está escasso de palavras,
a terra dos teus olhos secaram.
Eu não vejo mais: Nada!
Mas, eu já vi. Eu já os toquei.
Esconde -los de mim, agora?
Está tudo devidamente perdido, meu amor.
Cada um pro seu lado. E eu.
Eu sempre com a maior fatia, a que dá indigestão noturna.
Pesadelos em sonhos. Insônias tão maduras e maldosas, que chegam a ser matutinas.
Quando eu preciso te ver?
Quando eu sussurro seu nome pro meu anjo ouvir.
Sussurros sem pretensões. Claro!
Quase calados. Sufocantes. Sufocáveis.
Implorando. Exagerado. Sou eu!
Uma coroa de brilho. Suas pupilas. Pensei agora.
Emolduradas por nada. Perdidas.
Eu penso que você voltou. Seu você voltou.
Quase do jeito que a gente ficou pela primeira vez.
Valeu a audácia.
Claro. Até agora eu gosto de você.
Pieguice de flores esperar beijos de abelhas tão desorientadas.
Tão distraídas.
Quase infantis.
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