quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Telepaticamente.
As visões do amanhã
passam em minha mente
como perfeição.
Certos os meus olhos, vibram.
Vidram.
E só vêem a natureza, e você.
Sorrindo. Cantando.
Dizendo que me ama.
Porque eu te amo.
E intuitivamente sabemos.
Telepaticamente dizemos [mesmo longe]
Que amamos de verdade.
Na verdade.
As visões do amanhã,
não saem mesmo.
Da minha mente.
Sensação [sem ação]
Memória auditiva
Quero que tudo [mas, que tudo?]
se resuma a me emocionar,
somente quando eu escuto.
Escrever me leva pra tão perto de você!
Memórias...
Escuto teu canto, me encanto
e num leve descanso...
tú cismas de ir...
Eu posso impedir?
Nem te seguir...
Ancorei meu cargueiro
num poço de águas rasas.
Se é mentira...
{...}
Nem existe verdade!
Existe você. Que nublou as janelas que eu encontrava a lucidez!
{demorei tanto pra encontrá - la}
Eu não posso voar.
Existe você...
Memória tranquila.
Quero que nada [mas, que tudo?]
Ouse me emocionar,
quando eu penso.
Quero que tudo [mas, que tudo?]
se resuma a me emocionar,
somente quando eu escuto.
Escrever me leva pra tão perto de você!
Memórias...
Escuto teu canto, me encanto
e num leve descanso...
tú cismas de ir...
Eu posso impedir?
Nem te seguir...
Ancorei meu cargueiro
num poço de águas rasas.
Se é mentira...
{...}
Nem existe verdade!
Existe você. Que nublou as janelas que eu encontrava a lucidez!
{demorei tanto pra encontrá - la}
Eu não posso voar.
Existe você...
Memória tranquila.
Quero que nada [mas, que tudo?]
Ouse me emocionar,
quando eu penso.
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