Longe, uma voz indo para o tudo acabando. Não quero o que já tenho,
Sou Livre enquanto o Amor vive mais ainda.
E tu preso olhando meus diversos horizontes.
Agradecido como um condenado.
Não quero o que já tenho.
Vens a mim e perde -se Mas Eu,
presa, por um tempo vôo.
A desesperança é magra de tentativas e o Amor, assim é gasto.
Não quero o que já tenho.
Agudas farpas de palavras a lua fere.
E o que resta são meus diversos horizontes caídos no mar.
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