segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Elementar
















Terra plena consciência.

Fogo impera a Vontade.
Água semeia Pureza.
Ar governa Coragem.

Vinte e nove















Data de chuva,

Portinari vagões.
Cartões implícitos poemas.
Ilusões...
E alegria no meu jardim!

Das muçaemas que choram comigo, na minha saudade.
Data de chuva.

Tempo bom.

Nai















Eu vendo minha mãe, longe.
Mas, eu dentro dela.
Ela.
Me assintindo, aflita,
nos delírios da febre.
Me lembro da sua feição
derramada de amor.
Eu.
Vendo minha mãe longe.
E ela dentro de mim.

Nós de amanhã


Ninguém pia,
no silêncio do imperdoável.
Se lamenta do cansaço e o

que acarreta a
energia perdida.
Ninguém via,

no caminho, o acaso,
que na tortura de um abraço,
- era a despedida!

Não chore, menina.

Cá no meu abraço,
se acostuma...
Enquanto te acalmo no peito, tú sonhas!
Com
amanhã no meu peito.
Sorria!

Enquanto teu sonho, me guia.

Apoplexia


A Realidade andou batendo em minha porta e eu: Confusa entre ser você ou qualquer outra coisa abstrata. Abri.
Assim, a Realidade invadiu minha casa e revirou minhas Poesias rasgadas, meus cds quebrados e meu coração na última prateleira.
Então, a minha intenção agora é saber organizar a minha Loucura.
E externar toda Raiva.
E rasgar todo o Verbo.

Antes que você ou qualquer outra coisa Abstrata tripudie da minha Sanidade.