
Ninguém pia,
no silêncio do imperdoável.
Se lamenta do cansaço e o
que acarreta a energia perdida.
Ninguém via,
no caminho, o acaso,
que na tortura de um abraço,
- era a despedida!
Não chore, menina.
Cá no meu abraço, se acostuma...
Enquanto te acalmo no peito, tú sonhas!
Com amanhã no meu peito.
Sorria!
Enquanto teu sonho, me guia.
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