segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Nós de amanhã


Ninguém pia,
no silêncio do imperdoável.
Se lamenta do cansaço e o

que acarreta a
energia perdida.
Ninguém via,

no caminho, o acaso,
que na tortura de um abraço,
- era a despedida!

Não chore, menina.

Cá no meu abraço,
se acostuma...
Enquanto te acalmo no peito, tú sonhas!
Com
amanhã no meu peito.
Sorria!

Enquanto teu sonho, me guia.

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