
Eu vejo os olhos.
O sorriso falhado, o encanto.
O zelo,
o apelo.
A palavra enterrada.
Eu vejo bem menos que a alma.
Olhos lânguidos, delirantes.
Verdades escorridentes.
Que não incham a boca de veneno.
Não espanta.
Não engana.
É esperada.
A quase intolerante verdade amante.
Um comentário:
É muito, muito bom tê-la de volta.
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